Durante a minha pós-graduação escrevi diversas reflexões. O seguinte texto é um excerto de um reflexão que fiz . Já é uma das ultimas páginas, mas quis partilhar como todos vós...
Espero que gostem tanto como o Professor gostou e deixem o vosso comentário.
O ensino das TIC e a Educação Libertadora (de Paulo Freire).
A constante mudança da sociedade coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, na qual o sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e até mesmo promover. A escolaridade obrigatória assume, com crescente implicação todas as consequências que decorrem desta realidade. Portugal pretende garantir que os alunos, ao finalizarem o nono ano, sejam capazes de utilizar as TIC, nomeadamente, para seleccionar, recolher e organizar informação para esclarecimento de situações e resolução de problemas.
Existem vários autores que evidenciam que os professores que utilizam as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) com os seus alunos em situação de sala de aula estão mais abertos à inovação do que os restantes. As TIC e, mais concretamente, o computador pode ser explorado, em situação de ensino, de diversas maneiras, consoante o contexto educativo em que decorre a exploração e consoante o software utilizado.
Nas aulas de informática são trabalhados conteúdos e conhecimentos que rapidamente ficam obsoletos devido ao rápido desenvolvimento tecnológico. E por isto, não consigo pensar num ensino das TIC baseado numa educação bancária, seria depositar conhecimento que passado pouco tempo estaria obsoleto, rejeitar os conhecimentos adquiridos anteriormente seria negar o básico das TIC. Defendo que o aluno aprende melhor as TIC quando experimenta, quando usa, quando descobre. Adoro quando oriento os meus alunos a descobrirem o que pretendem e quando encontram os seus objectivos descobrem ainda mais alguma coisa que fazem questão de “ensinar” à professora. No ensino das TIC, nível básico, é necessário pegar nos conhecimentos adquiridos e transformá-los mediante as necessidades e motivações dos alunos, seguindo uma orientação que promova as TIC como ferramentas de auxílio às aprendizagens escolares. Os alunos são estimulados (muitos já estão estimulados) a expressarem-se pelas suas próprias idéias, a desenvolver a autonomia e a capacidade de sociabilizar-se e construir conhecimento, o que exige um novo papel do professor. Julgo que o ensino das TIC poderá muito bem passar por uma Educação Libertadora, assim como o ensino com recurso ás TIC.
O Plano Tecnológico está cada vez mais visível nas nossas escolas. As TIC estão cada vez mais na educação. É necessária uma pedagogia activa que atenda às necessidades e anseios de uma sociedade que tem a comunicação como processo mediador da educação. A introdução das novas tecnologias na sala de aula, necessita de uma reorganização de todo o processo de ensino de modo a promover o desenvolvimento das capacidades de auto-aprendizagem.
Mostrar mensagens com a etiqueta Education. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Education. Mostrar todas as mensagens
sábado, maio 08, 2010
segunda-feira, julho 21, 2008
Relatório da OCDE sobre Ensino
ATENÇÃO: O seguinte texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.
'Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus...'
Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE.
Em...
http://www.oecd.org/dataoecd/44/35/37376068.pdf [1]
Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.
É apresentado no estudo o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxamburgueses, checos, islandeses e noruegueses!
No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários!
Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.
E isto, o M.E. não manda publicar...
Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços.
Nós divulgamos aqui e passamos ao maior número de pessoas possível, para que se divulgue e publique a verdade.
DIVULGUE, POR FAVOR!
ATENÇÃO: O texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.
'Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus...'
Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE.
Em...
http://www.oecd.org/dataoecd/
Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.
É apresentado no estudo o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxamburgueses, checos, islandeses e noruegueses!
No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários!
Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.
E isto, o M.E. não manda publicar...
Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços.
Nós divulgamos aqui e passamos ao maior número de pessoas possível, para que se divulgue e publique a verdade.
DIVULGUE, POR FAVOR!
ATENÇÃO: O texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
Subscrever:
Mensagens (Atom)