O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um "Adesivo".
Precisa faltar, é um "turista".
Conversa com os outros professores, está "malhando" nos alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou "água-benta".
É! O professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele.
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quinta-feira, novembro 11, 2010
domingo, novembro 07, 2010
sábado, maio 08, 2010
As TIC e a Educação Libertadora
Durante a minha pós-graduação escrevi diversas reflexões. O seguinte texto é um excerto de um reflexão que fiz . Já é uma das ultimas páginas, mas quis partilhar como todos vós...
Espero que gostem tanto como o Professor gostou e deixem o vosso comentário.
O ensino das TIC e a Educação Libertadora (de Paulo Freire).
A constante mudança da sociedade coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, na qual o sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e até mesmo promover. A escolaridade obrigatória assume, com crescente implicação todas as consequências que decorrem desta realidade. Portugal pretende garantir que os alunos, ao finalizarem o nono ano, sejam capazes de utilizar as TIC, nomeadamente, para seleccionar, recolher e organizar informação para esclarecimento de situações e resolução de problemas.
Existem vários autores que evidenciam que os professores que utilizam as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) com os seus alunos em situação de sala de aula estão mais abertos à inovação do que os restantes. As TIC e, mais concretamente, o computador pode ser explorado, em situação de ensino, de diversas maneiras, consoante o contexto educativo em que decorre a exploração e consoante o software utilizado.
Nas aulas de informática são trabalhados conteúdos e conhecimentos que rapidamente ficam obsoletos devido ao rápido desenvolvimento tecnológico. E por isto, não consigo pensar num ensino das TIC baseado numa educação bancária, seria depositar conhecimento que passado pouco tempo estaria obsoleto, rejeitar os conhecimentos adquiridos anteriormente seria negar o básico das TIC. Defendo que o aluno aprende melhor as TIC quando experimenta, quando usa, quando descobre. Adoro quando oriento os meus alunos a descobrirem o que pretendem e quando encontram os seus objectivos descobrem ainda mais alguma coisa que fazem questão de “ensinar” à professora. No ensino das TIC, nível básico, é necessário pegar nos conhecimentos adquiridos e transformá-los mediante as necessidades e motivações dos alunos, seguindo uma orientação que promova as TIC como ferramentas de auxílio às aprendizagens escolares. Os alunos são estimulados (muitos já estão estimulados) a expressarem-se pelas suas próprias idéias, a desenvolver a autonomia e a capacidade de sociabilizar-se e construir conhecimento, o que exige um novo papel do professor. Julgo que o ensino das TIC poderá muito bem passar por uma Educação Libertadora, assim como o ensino com recurso ás TIC.
O Plano Tecnológico está cada vez mais visível nas nossas escolas. As TIC estão cada vez mais na educação. É necessária uma pedagogia activa que atenda às necessidades e anseios de uma sociedade que tem a comunicação como processo mediador da educação. A introdução das novas tecnologias na sala de aula, necessita de uma reorganização de todo o processo de ensino de modo a promover o desenvolvimento das capacidades de auto-aprendizagem.
Espero que gostem tanto como o Professor gostou e deixem o vosso comentário.
O ensino das TIC e a Educação Libertadora (de Paulo Freire).
A constante mudança da sociedade coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, na qual o sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e até mesmo promover. A escolaridade obrigatória assume, com crescente implicação todas as consequências que decorrem desta realidade. Portugal pretende garantir que os alunos, ao finalizarem o nono ano, sejam capazes de utilizar as TIC, nomeadamente, para seleccionar, recolher e organizar informação para esclarecimento de situações e resolução de problemas.
Existem vários autores que evidenciam que os professores que utilizam as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) com os seus alunos em situação de sala de aula estão mais abertos à inovação do que os restantes. As TIC e, mais concretamente, o computador pode ser explorado, em situação de ensino, de diversas maneiras, consoante o contexto educativo em que decorre a exploração e consoante o software utilizado.
Nas aulas de informática são trabalhados conteúdos e conhecimentos que rapidamente ficam obsoletos devido ao rápido desenvolvimento tecnológico. E por isto, não consigo pensar num ensino das TIC baseado numa educação bancária, seria depositar conhecimento que passado pouco tempo estaria obsoleto, rejeitar os conhecimentos adquiridos anteriormente seria negar o básico das TIC. Defendo que o aluno aprende melhor as TIC quando experimenta, quando usa, quando descobre. Adoro quando oriento os meus alunos a descobrirem o que pretendem e quando encontram os seus objectivos descobrem ainda mais alguma coisa que fazem questão de “ensinar” à professora. No ensino das TIC, nível básico, é necessário pegar nos conhecimentos adquiridos e transformá-los mediante as necessidades e motivações dos alunos, seguindo uma orientação que promova as TIC como ferramentas de auxílio às aprendizagens escolares. Os alunos são estimulados (muitos já estão estimulados) a expressarem-se pelas suas próprias idéias, a desenvolver a autonomia e a capacidade de sociabilizar-se e construir conhecimento, o que exige um novo papel do professor. Julgo que o ensino das TIC poderá muito bem passar por uma Educação Libertadora, assim como o ensino com recurso ás TIC.
O Plano Tecnológico está cada vez mais visível nas nossas escolas. As TIC estão cada vez mais na educação. É necessária uma pedagogia activa que atenda às necessidades e anseios de uma sociedade que tem a comunicação como processo mediador da educação. A introdução das novas tecnologias na sala de aula, necessita de uma reorganização de todo o processo de ensino de modo a promover o desenvolvimento das capacidades de auto-aprendizagem.
segunda-feira, julho 21, 2008
SUPER ESCOLA PORTUGUESA
ATENÇÃO: O seguinte texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
A SUPERESCOLA ou o retrato da escola portuguesa
Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente! DISCIPLINAS / ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
A SUPERESCOLA ou o retrato da escola portuguesa
Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente! DISCIPLINAS / ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
- Língua Portuguesa
- História
- Língua Estrangeira I - Inglês
- Língua Estrangeira II - Francês
- Matemática
- Ciências Naturais
- Físico-Químicas
- Geografia
- Educação Física
- Educação Visual
- Educação Tecnológica
- Educação Moral R.C.
- Estudo Acompanhado
- Área Projecto
- Formação Cívica
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
- Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
- Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
- Não pode esquecer os outros alunos, 'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
- Integra alunos oriundos de outros países que, a maior parte das vezes não falam um ** de Português, ou melhor, nem sequer sabem o que quer dizer **;
Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos, como:
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
(possível interpolação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as
aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
-------------------------
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.
ATENÇÃO: O texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
- Currículos Alternativos
- Percursos Escolares Próprios
- Percursos Curriculares Alternativos
- Cursos de Educação e Formação
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
- Educação sexual
- Prevenção rodoviária
- Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
- Preservação do meio ambiente
- Prevenção da toxicodependência
- Etc, etc...
(possível interpolação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as
aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
-------------------------
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.
ATENÇÃO: O texto não é de minha autoria... foi enviado para o meu mail... mais uma daquelas correntes...
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